domingo, 8 de fevereiro de 2009

Poema de Santa Iria ( Jornal de Parede -5º A )

Iria, Iria
Britaldo te amava,
Ramígio também,
mas ele vingou-se,
e agora Britaldo está
zangado com Iria.

Britaldo mandou seu servo Banão
matar a sua amada Iria.
Deitaram-na ao rio Nabão
e foi até Scálabis.

Os anos passaram
e as pessoas a homenagearam.
E lá vão deitar flores
todos os anos ao rio.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

D. QUIXOTE DE LA MANCHA


Dom Quixote de La Mancha (Don Quijote de la Mancha em castelhano é um livro escrito por Miguel de Cervantes y Saavedra (1547-1616). O título e ortografia originais eram "El ingenioso hidalgo Don Qvixote de La Mancha", a sua primeira edição foi publicada em Madrid no ano de 1605. É composto por 126 capítulos, divididos em duas partes: a primeira surgida em 1605 e a outra em 1615.
O livro surgiu num período de grande inovação e diversidade por parte dos escritores ficcionistas espanhóis.
Miguel de Cervantes parodiou os romances de cavalaria que gozaram de imensa popularidade neste período mas que na altura, já se encontravam em declínio. Nesta obra, a paródia apresenta-se de uma forma invulgar. O protagonista, já de certa idade, entrega-se à leitura desses romances, perde o juízo, acredita que tenham sido historicamente verdadeiros e decide tornar-se um cavaleiro andante. Por isso, parte pelo mundo e vive o seu próprio romance de cavalaria.
Enquanto narra os feitos do Cavaleiro da Triste Figura, Cervantes satiriza os preceitos que regiam as histórias fantasiosas daqueles heróis de fancaria.
A história é apresentada sob a forma de novela realista.
Pesquisa realizada por: Gonçalo Freitas - N.º 12 - 6ºD

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

O Natal na Nossa Escola...

O 6.ºD, na Festa de Natal, leu alguns dos "sonhos" do Pai Natal... A Ana Sofia muito compenetrada...(como sempre...)

A Ana Rita lendo muito calmamente...(como é seu costume...)


O Diogo nem precisa ler... (ele adora estas coisas...)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Os dias




Há dias em que o sol nasce,
Há dias em que nasce morto.
Há dias em que a Lua sobe,
Há dias em que sobe imperceptível.

Há dias em que acordo viva,
Outros em que, pura e simplesmente,
Não quero ver a vida a chegar.
Há dias em que nada quer nascer

E eu mato tudo o que não
Quero sentir; há coisas que
Não se devem ver, nem
Receber. Nada deve
Ser feito se não se quer
Fazer!! Tudo se vai e
não volta...



Ana Aguilar, 9ºB

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Feliz Natal


Eu qureia ser Pai Natal

E presentes distribuir

Fazer as crianças sorrir!

E os seus corações florir...


Eu queria ser Pai Natal

Pelo mundo viajar

As crianças ajudar

E poder vê-las sonhar...


Eu queria ser Pai Natal

E distribuir amor

Aos meninos Agradar

E oferecer-lhes uma flor.



Poema elaborado pela Turma do 6.º D