sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Os dias




Há dias em que o sol nasce,
Há dias em que nasce morto.
Há dias em que a Lua sobe,
Há dias em que sobe imperceptível.

Há dias em que acordo viva,
Outros em que, pura e simplesmente,
Não quero ver a vida a chegar.
Há dias em que nada quer nascer

E eu mato tudo o que não
Quero sentir; há coisas que
Não se devem ver, nem
Receber. Nada deve
Ser feito se não se quer
Fazer!! Tudo se vai e
não volta...



Ana Aguilar, 9ºB

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Feliz Natal


Eu qureia ser Pai Natal

E presentes distribuir

Fazer as crianças sorrir!

E os seus corações florir...


Eu queria ser Pai Natal

Pelo mundo viajar

As crianças ajudar

E poder vê-las sonhar...


Eu queria ser Pai Natal

E distribuir amor

Aos meninos Agradar

E oferecer-lhes uma flor.



Poema elaborado pela Turma do 6.º D

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Lenda de S. Martinho


Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França.
Montado no seu cavalo estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo. Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam. De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola.
Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre.
Nesse momento… as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão! Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.
É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.



Recolha de:

Joana Silva - N.º 14 - 6.º D

Ladainha de S. Martinho


Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho para São Tomé
Carregadinho de água-pé.
Arre burrinho para Rio de Mouro
Carregadinho de pão e ouro.

Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho de Queluz
Carregadinho de luz.
Arre burrinho da Guiné
Carregadinho de café.
Arre da Rinchoa
Carregadinho burrinho de broa.
Arre burrinho, arre burrinho
Sardinha assada com pão e vinho.

Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho de Rio de Mouro
Carregadinho de pão louro.
Arre burrinho da Rinchoa
Carregadinho de meloa.
Arre burrinho, arre burrinho
Castanha assada e muito suminho.

Arre burrinho
Para S. Martinho
Carregadinho de pão e vinho.
Arre burrinho da Guiné
Carregadinho de café.
Arre burrinho de Moscovo
Carregadinho de ovo.
Arre burrinho, arre burrinho
Sardinha assada com pão e vinho.


Recolha elaborada por:
Mariano Evaristo Paiva - N. º17 - 6.º D

terça-feira, 6 de maio de 2008

Poesia

Numa noite de Verão
encontras-me na escuridão
a olhar para o iluminar
de uma estrela a brilhar.

Dizes-me que sim
Mas há quem diga que não
diz-me outra vez
gostas de mim ou não?

Rafaela, nº 23, 6º E